NÓS

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"A minha pátria é a língua portuguesa" por Fernando Pessoa

Monday, January 13, 2014

Trabalho 3: Do Tudo ao Nada



1)O Declínio:
Terramoto, Marquês de Pombal, Independência do Brasil e Regicídio do Rei D. Carlos I
Condado Portucalense

O terremoto aconteceu na manhã do dia 1 de Novembro de 1755 as mais ou menos 9:30. Hoje esse dia é conhecido como o Dia de Todos-os-Santos. O terremoto  resultou na destruição enorme da cidade de Lisboa, e até chegou a atingir grande parte de Algarve. O terremoto foi a causa da morte de mais de dez mil pessoas e a destruição de 85% dos prédios em Lisboa. Foi uma das maiores tragédias da pré-história Européia. O terremoto de Lisboa também teve um enorme impacto não apenas político mas também cientifico na sociedade portuguesa do século XVIII. O terremoto foi a causa do começo dos primeiros estudos científicos dos efeitos de um sismo numa área larga. Uma das maiores tragédias da história Portuguesa acabou marcando o começo da sismologia moderna.

                                 

O verdadeiro nome do Marquês de Pombal era Sebastião José de Carvalho e Melo.  Quando o D. José subiu ao trono depois da morte de D. João V; Sebastião José de Carvalho e Melo foi chamado de volta à corte de Lisboa para ser ministro e por isso todos o conheciam pelo o nome que o D. José lhe deu. Durante o seu trabalho como ministro o Marquês de Pombal  na verdade agradou poucas pessoas e desagradou muito mais com as suas varias reformas. O Marquês de Pombal sempre defendeu o absolutismo, que significa que todos os poderes devem pertencer ao rei. Foi por isso que ele tomou uma série de medidas para ganhar mais poder e acabar com as classes sociais. Com esse objetivo ele protegeu o comércio português, criou companhias que dominavam suas áreas, reformou a Universidade de Coimbra e ainda reorganizou o exército português. O Marquês ainda se tornou uma importante figura na história de Portugal por ser o responsável pela reconstrução da cidade de Lisboadepois do terremoto de 1755. Foi ele que reconstruiu a baixa de Lisboa com todas as ruas paralelas e perpendiculares. Também mandou alterar o modo de construção das casas para mais proteção em futuros terremotos.
                                                
A Independência do Brasil foi ganha no dia 7 de setembro de 1822. A partir desse dia o Brasil deixou de ser apenas uma colônia de Portugal e virou um país independente. A proclamação de independência foi feita por D. Pedro I. Isso foi causado pela a tentativa da coroa Portuguesa em tornar o Brasil em uma colônia novamente. Dom Pedro também é conhecido como D. Pedro IV, Rei de Portugal.  No dia 9 de Janeiro de 1822, D. Pedro negou o chamado de volta a Portual e afirmou que ficaria no Brasil. No dia que é lembrado como o “Dia de Fica” D. Pedro decidiu não acatar as ordens que exigia seu retorno para Portugal.
            D. Carlos I foi rei da quarta dinastia e o 13° Rei de Portugal. Ele nasceu em Lisboa no dia 28 de Setembro de 1863. No dia 1 de Fevereiro de 1908 ele foi assasinado por dois militantes republicanos no Terreiro do Paço junto com o seu filho, o príncipe D. Luis Filipe. Dom Carlos é considerado um grande rei, reformador, poeta e muito mais. A sua morte resultou na criação da república que provavelmente sem a sua morte não seria criação tão cedo; por isso varias pessoas vêm com bons olhos a sua morte. D. Carlos I era muito amado pelo povo, tanto de Portugal como do Brasil então uma eventual perda de poder era bem improvável. O regime monárquico constitucional continuou a funcionar por mais trinta e três meses depois da sua morte. O regicídio é  considerado o fim do regime monárquico constitucional que andava precisando de uma reforma. Esta reforma acabou sendo a criação da Primeira Republica Portuguesa. 
                                                                              
                                                       

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Escrito por:
Stacey Avelar


2)Modernismo:
Fernando Pessoa, Heterónimos, "Mar Português" análise do Poema


Fernando Pessoa foi um dos poetas mais importantes de Portugal. Nasceu em Lisboa no dia 13 de junho de 1888 como Fernando António Nogueira Pessoa. Quando ele tinha cinco anos o pai dele morreu então a mãe dele se casou outra vez. Daí, a família mudou para Durban na África do Sul em 1896 por causo do novo padrasto de Pessoa. Em Durban, Pessoa aprendeu inglês nas escolas e ficou fluente na língua junto com o português. Em 1905 ele volta definitivamente para Lisboa. Em Lisboa ele continuou a escrever poemas e publicar críticas e prosa. Pessoa fez parte do modernismo. Ele estudou brevemente na Universidade de Lisboa e trabalhava como tradutor comercial. Durante a sua vida, a criatividade de Pessoa mostrava se em seus diários. Ele publicou três coleções de poemas em inglês: Antinous (1918), Sonnets (1918), e English Poems (1921). Ele também teve uma coleção em português chamada Mensagem (1933). Em 1914 quando o seu primeiro poema foi publicado ele criou heterónimos que também escrevia em seus próprios nomes. No dia 30 de Novembro de 1935 Pessoa morreu em Lisboa, a causa foi de cirrose hepática. Fernando Pessoa foi muito importante para a leitura portuguesa e também muito conhecido na leitura inglesa. Parte de seu trabalho inclui a tradução de livros em inglês para português como "The Scarlet Letter." Pessoa teve interesse em espiritismo e astrologia. Ele foi um homem inesquecível com ideias que ninguém mas tinha, ele pode ser considerado "doido" mas foi um grande escritor.

 


Pessoa era um ortónimo, o criador de vários heterónimos, ou múltiplas personalidades. Ele dava cada heterónimo a sua proporá vida com tudo que uma pessoa normal tem, era como ele fosse alguém totalmente diferente nos heterónimos. Ele teve quatro heterónimos mais conhecidos; Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, e Bernardo Soares.
            Álvaro Campos foi o único de todos o heterónimos a manifestar fases poéticas diferentes ao longo da sua obra. Ele era um engenheiro de educação inglesa e origem portuguesa. Porém, ele sempre teve a sensação de der um estrangeiro em qualquer parte do mundo.
Ricardo Reis: "descrito como um médico que se definia como latinista e monárquico. De certa maneira, simboliza a herança clássica na literatura ocidental, expressa na simetria, na harmonia e num certo bucolismo, com elementos epicuristas e estóicos. O fim inexorável de todos os seres vivos é uma constante na sua obra, clássica, depurada e disciplinada. Faz uso da mitologia não-cristã." Reis mudou para o Brasil em protesta à proclamação da Republica em Portugal, diz Pessoa, não se sabe a data de morte de Reis.
Alberto Caeiro nasceu em Lisboa viveu quase a vida inteira sem estudo formal. Ele teve só a instrução primária mas é o mestre entre os heterónimos. Ele morou com uma tia-avó depois das mortes dos pais e depois morreu de tuberculose. Caeiro é conhecido como o poeta filósofo. Ele acreditava que os seres só "são," nada mais. Também irritava se com a metafísica e qualquer tipo de simbologia para a vida. 

                                                      


Bernardo Soares é considerado um semi- heterónimo. Ele é um ajudante de guarda livros na cidade de Lisboa dentro da ficção de seu próprio Livro do Desassossego. Ele conheceu Fernando Pessoa e deu a ler a Fernando seu livro que é considerado um das obras fundadores da ficção portuguesa no século XX, mesmo efeito em forma de fragmentos.
Mar Português é um dos poemas mais famosos de Fernando Pessoa. O poema faz parte de seu livro Mensagem. O poema fala sobre os tempos de grandes navegações, quando Infante D. Henriques e Vasco da Gama navegaram pelo os mares. O começo do poema fala em lágrimas, é sobre os efeitos ruins das navegações. O mar é salgado com as lágrimas de todos em Portugal que perdem os seus familiares nas navegações. Muitas mães choram ao perder filhos e muitas noivas ficam sem casar, isto tudo para que Portugal pudesse ser uma nação rica nas explorações. A segunda parte do poema explica que apesar de toda dor, as navegações portuguesas valeram a pena. Todos têm que olhar além da dor e ver que estas viagens trouxeram coisas maravilhosas para Portugal.

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Escrito por:
Sarah Oliveira


 
 
 

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